
A morte a única certeza que temos. Ela entra em nossas vidas de forma brutal, ataca o coração e estraçalha seus sonhos, aniquila sua força e parece que vai quebrá-lo e destruí-lo por inteiro.
É uma dor que não some. Pelo contrário, consome cada momento bom da vida, sem a menor piedade e muito menos sem pedir licença.
Uma dor gigantesca.
O arquiinimigo que vence o herói.
Hoje triste e perplexa com tudo que ocorreu utilizo desta forma de desabafo para falar de você amiga, que passou na minha vida de forma breve e que nunca vai me deixar completamente só, pois acabou deixando um pouco de você.
Amiga que foi mais que a parte anatômica relatada em textos de auto-ajuda “ombro” foi à mão estendida, a mente aberta, o coração pulsante, além das costas largas. Foi à pessoa que entendeu o meu desejo de voar, de sumir devagar, a angústia pela compreensão dos acontecimentos, a sede pelo "por vir" e ao mesmo tempo o espelho que refletiu minhas angustias, tentando acalmar minhas águas agitadas na procura de um porto seguro.
Amiga das horas de farra e crise, das taças de vinhos e dos segredos compartilhados.
Que vibrou com minhas vitórias, fez piada amenizando meus problemas. Amiga que me deu um pedacinho do chão e um pedacinho do céu para eu poder sonhar
Amiga do sempre, mesmo que o sempre não exista, pois não terei você aqui presente fisicamente, mas acredito como ouvi na sua despedida que você adormece em descanso e que acordará para novamente nos encontrarmos em breve.
A você Telma, minha amiga e irmã, toda a minha saudade, toda minha necessidade, todo meu egoísmo, toda a minha revolta hoje e sempre a razão da minha dor.
É uma dor que não some. Pelo contrário, consome cada momento bom da vida, sem a menor piedade e muito menos sem pedir licença.
Uma dor gigantesca.
O arquiinimigo que vence o herói.
Hoje triste e perplexa com tudo que ocorreu utilizo desta forma de desabafo para falar de você amiga, que passou na minha vida de forma breve e que nunca vai me deixar completamente só, pois acabou deixando um pouco de você.
Amiga que foi mais que a parte anatômica relatada em textos de auto-ajuda “ombro” foi à mão estendida, a mente aberta, o coração pulsante, além das costas largas. Foi à pessoa que entendeu o meu desejo de voar, de sumir devagar, a angústia pela compreensão dos acontecimentos, a sede pelo "por vir" e ao mesmo tempo o espelho que refletiu minhas angustias, tentando acalmar minhas águas agitadas na procura de um porto seguro.
Amiga das horas de farra e crise, das taças de vinhos e dos segredos compartilhados.
Que vibrou com minhas vitórias, fez piada amenizando meus problemas. Amiga que me deu um pedacinho do chão e um pedacinho do céu para eu poder sonhar
Amiga do sempre, mesmo que o sempre não exista, pois não terei você aqui presente fisicamente, mas acredito como ouvi na sua despedida que você adormece em descanso e que acordará para novamente nos encontrarmos em breve.
A você Telma, minha amiga e irmã, toda a minha saudade, toda minha necessidade, todo meu egoísmo, toda a minha revolta hoje e sempre a razão da minha dor.
Aqui eis um bom sentimento declarado por ti, nem toda a gente assim o faz ou entende mas, está aqui uma prova divinal a uma amiga..
ResponderExcluirApenas acrescento só mais uma coisa a esta tua saudade.
Na vida, não é só a morte a única certeza que temos, outras certezas existem, mas a morte é sim a mais forte.
Bjos...
vim aqui para conhecer teu blog. Saio triste.
ResponderExcluirMaurizio
Desejo que essa tristeza seja amenizada pelas boas lembranças. Através delas, conservamos em nós as pessoas que amamos, acredite!
ResponderExcluirMeus pêsames, mas com certeza ela não gostaria de você triste senhorita Cacau.
ResponderExcluirFique com Deus, menina.
Um abraço.
Aguardando o seu retorno, desejo uma boa semana.
ResponderExcluirEsse post me trouxe uma lembrança e me emocionou bastante.A dor vai passar com o tempo,mas a marca ficará.Força,ja passei por isso e sei cm é.
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